Co Adriaanse
SAY YES! TO CO.
O meu blog sobre futebol. Dedicado, com eterna saudade, a José Maria Pedroto, o maior treinador de todos os tempos e lugares.
My selection:
Casillas
Cafu
Terry
Ricardo Carvalho
Ashley Cole
Cristiano Ronaldo
Maniche
Deco
Rothen
Adriano
Rooney
Servette player loses finger in goal celebration
BERN, Dec 6 (Reuters) - A player in Switzerland's top division has been left without a finger after a goal celebration went horribly wrong.
Servette midfielder Paulo Diogo was forced to have his left ring finger amputated on Sunday after catching it on a perimeter fence during his side's 4-1 win at Schafthausen.
The 29-year-old Swiss-Portuguese player jumped up on the fence in celebration after setting up his team's third goal.
Diogo, who got married recently failed to notice, however, that his wedding ring was caught in the metal barrier and severed the top two joints of the finger as he jumped back down.
He was then shown a yellow card for his excessive celebration.
Doctors at a Zurich hospital were unable to re-attach the finger joints and advised the amputation of the remaining stump.
A melhor coisa que podia acontecer ao futebol português era a despromoção administrativa dos três grandes à segunda divisão.
A quem não perceber de imediato porquê não tenho forma de explicar.
Reproduzindo um comentário publicado no excelente http://terceiroanel.weblog.com.pt
"
A minha equipa para o mundial
.....................Moreira.........................
..Caneira.......RCarvalho.......JAndrade...
.............Costinha......Petit..................
..Miguel............Deco.........Maniche..
..........Quaresma....Ronaldo..............
Quaresma e Ronaldo jogariam à semelhança de Owen e Rooney na selecção inglesa. Ou seja, colocam-se os jogadores mais decisivos perto da área de decisão.
Costinha e Petit têm cultura táctica mais que suficiente para saber quando apoiar os três centrais e quando subir para formar uma linha de cinco no meio campo.
Como os cinco jogadores de meio campo (Deco incluído) fazem pressão defensiva, os avançados podiam ser dispensados dessas tarefas, para as quais, de qualquer modo, não têm grande habilidade, fixando em permanência quatro ou mais defesas contrários e podendo dedicar-se a mortíferos contra-ataques, lançados por passes de Deco, Maniche ou mesmo Petit.
Miguel e Maniche poderiam realizar combinações muito rápidas com os dois avançados, aparecendo velozes nos flancos, de trás para a frente, sem marcação. Isto poderia criar espaços na zona da meia-lua, onde Petit e Deco fariam uso da meia distância.
Jogadores suplentes de primeira linha:
Boa Morte, habituado a funcionar como segundo ponta atrás de Saha e agora Cole; Hélder Postiga e Lourenço, além de Hugo Almeida, apesar de este jogar mais fixo, seriam as demais opções.
Paulo Ferreira, ou no lugar de Caneira ou no lugar de Miguel; Ricardo Rocha como quarto central.
Tiago ou Pedro Mendes no lugar de Costinha, numa versão ligeiramente mais ofensiva, embora se perdessem centímetros nas bolas altas;
Maniche ao lado de Petit, entrando Simão para a ala esquerda.
Este esquema também respondia ao facto de não termos um defesa esquerdo de verdadeira classe Mundial.
Uma equipa jovem e ambiciosa, para o futuro.
Recapitulando, os 22:
1 Moreira
2 Quim
3 Pedro Roma
4 P. Ferreira
5 Miguel
6 R. Rocha
7 J. Andrade
8 R. Carvalho
9 M. Caneira
10 Costinha
11 Petit
12 Tiago
13 P. Mendes
14 Maniche
15 Deco
16 Simão
17 Ronaldo
18 Quaresma
19 Boa Morte
20 Postiga
21 Lourenço
22 H. Almeida
"
Agora reparo que faltou o Nuno Gomes!
Mas quem saía?
Hugo Almeida, por ser o menos móvel (O 3-5-2 exige muita mobilidade ao avançado)?
Lourenço, por ser o menos experiente?
Ou ficava assim?
Como se sabe, WM era a definição da táctica mais corrente no futebol ofensivo do passado.
Dois laterais, um único central e dois médios formavam o W defensivo. Dois interiores, dois extremos e um ponta de lança formavam o M ofensivo.
.............GR............
..L..........C..........L..
.......M...........M......
........I.............I.......
..E..........P..........E..
Os famosos cinco violinos do sporting correspondiam aos cinco jogadores ofensivos.
Quando as duas equipas jogavam neste esquema, encaixavam perfeitamente, formando-se pares em que o W defensivo de uma marcava homem-a-homem o M ofensivo da outra equipa e vice-versa.
Quer dizer, normalmente ganhava sempre a equipa com os melhores jogadores.
Como seriam os clássicos se os três grandes, com os actuais plantéis, jogassem neste esquema (calma, é apenas um exercício especulativo)?
FCP
...................................VBaia..................................
..Giourkas.................Bicho................NValente..
...................Maniche...........Costinha...................
......................Diego.............CAlberto...................
..Quaresma..........Mccarthy....................Derlei..
SLB
.................................Moreira............................
..RRocha.................Luisão.................Fyssas..
....................Petit.............MFernandes...........
................Geovanni..............Zahovic..............
..Miguel..................Karadas................Simão..
SCP
................................Ricardo..................................
..Beto.........................Polga.....................RJorge..
...............Custódio...............Rochembak..............
................HViana..................CMartins................
..Douala..................Liedson.....................Danni..
Conseguem imaginar os duelos individuais?
Quem ganharia? E por quantos?
Mistérios insondáveis.
Não vi o jogo, apenas acompanhei via wap.
De qualquer forma, deve ter sido muito mau para só se conseguir arranjar aquele remate absurdo do Quaresma para colocar no resumo...
Não sou especialista em direito do consumidor mas tenho a certeza que a condição em que os adeptos do FCP tiveram de ver o jogo dá direito a reembolso do bilhete.
Tenho pena de não ter ido lá - sempre via o jogo à borla.
...Por o Benfica ter os dirigentes que tem.
Patético.
O Benfica cobre-se de ridículo
Faz pena ver um Senhor como Trapatoni no meio daquela gentalha.
Mierda: ainda não consegui publicar as fotos!
Aqui entre nós: a vaca da Internet, mais a cona da Microsoft, os rabetas bloco de esquerda che vergalho plu cu acima do open source e toda a puta de informáticos mais os filha da puta dos cabrões da merda dos computadores estão cada vez mais uma real merda.
Volta, teclado HCESAR!
Tirem-me deste filme!
O Mestalla é verdadeiramente incrível. Um monstro de Betao. Fotos em breve...
O jogo de ontem foi uma merda, ainda por cima visto num pub irlandês cheio de asnos ingleses (o que vale é que a maioria ODIAVA o Chelsea - já para nao falar do parolo penteadinho mal criado).
O pior que alguma vez poderei dizer do FCP: Pareciamos o Sporting. Argh!
De resto, a análise do Manuel Poças diz quase tudo.
Resta referir:
Ricardo Costa é um cepo que nem na terceira divisao tem lugar;
A renovaçao do contrato fez Maniche entrar na pré-reforma;
Diego é bom demais para a equipa (?) ao seu redor.
Além disso:
¡Mierda!
Só no fim de jogo também não têm piada...
Enfim, se com o Braga podemos pensar que o resultado foi normal, já contra esta equipa de coxos e caceteiros os estragos podem ser pesados.
Quer-me parecer que o Estoril não faz mais nenhum ponto até ao fim do campeonato.
O Veiga B Futebol Clube da Linha parece-me a equipa ideal para o FCP continuar o seu processo de crescimento como equipa.
Já o Leiria será bem mais complicado...
Toca a campainha.
Quem será a esta hora?
É o express-mail. Trás bilhete para o Dragão, encomendado na Sexta-feira anterior.
Apreciei imenso o discurso de Fernandez sobre o árbitro do Braga vs. FCP. Assim se esconjurem os tempos de Octávio Malvado.
Um lamento pela saída de Rossato. Poderia ser outro grande lateral esquerdo marcador de livres e fornecedor de cruzamentos e assistências para golo, na tradição do magnífico Branco.
Luís Fabiano... Vamos ver...
Felizmente Hugo Almeida e McCarthy não sairam.
Caso contrário teríamos para a frente apenas um jovem, promissor mas jovem, um grande jogador para um certo estilo de jogo com dúvidas sobre a sua recuperação completa e uma incógnita...
...Aqui venho partilhar as minhas opções na Liga Record, de acordo com as quotas impostas pelo Regulamento e respectivo custo (gastando até ao último cêntimo):
Guarda-redes (3)
"Helton", 1000
"Paulo Jorge", 700
"Pedro Roma", 600
Defesas Centrais (4)
"Pepe", 900
"Luisão", 1200
"Van der Gaag", 1000
"Idalécio", 600
Defesas Laterais (4)
"Seitaridis", 3500
"Jorge Ribeiro", 800
"Edson", 600
"Zé Nando", 600
Médios Centro (3)
"Maniche", 5000
"Frechaut", 800
"Paul Murray", 500
Médios Ala (3)
"Quaresma", 5000
"Wender", 1500
"Márcio Abreu", 600
Números 10 (2)"
Diego", 7000"
Jaime", 500
Avançados (4)
"Liedson", 4000
"Evandro", 1500
"McPhee", 600
"Lourenço", 1500
Ora ai está algo verdadeiramente interessante:
Vitor Baia - Petr Cech
Seitaridis - Paulo Ferreira
Jorge Costa - John Terry
Pepe - Ricardo Carvalho
Nuno Valente - Wayne Bridge
Costinha - Makelele
Maniche - Frank Lampard
Diego - Tiago
Quaresma - Robben
Carlos Alberto - Joe Cole
Luís Fabiano - Drogba
E ainda
Nuno - Cudiccini
Ricardo Costa - Huth
Pedro Emanuel - Gallas
Areias - Babayaro
Bosingwa - Geremi
Raul Meireles - Smertin
Hugo Leal - Scott Parker
César Peixoto - Damien Duff
McCarthy - Gudjohnsen
Derlei - Kezman
Hélder Postiga - Mutu
Crescendo
Maciel, Hugo Almeida, Glen Johnson
A discussão sobre a inclusão ou não de Derlei na selecção coloca-se a um nível que não tem directamente a ver com o futebol enquanto jogo jogado dentro de quatro linhas durante 90 minutos (ou mais).
Revela, outrossim, a força violenta ou brutal como o beautiful game quase sempre espelha a nossa sociedade e revela o melhor e o pior em cada um de nós, a coberto de certos argumentos...
Enfim, na melhor das hipóteses, posições políticas perfeitamente legítimas, na pior, preconceito e complexos de inferioridade.
A minha posição:
O seleccionador serve para discriminar os melhores jogadores portugueses do ponto de vista técnico-profissional; não serve para discriminar portugueses de estrangeiros ou de sub-portugueses. Ponto.
A selecção serve para representar a realidade do país – com cidadãos das mais diversas origens, credos e raças. Final.
Abandona a selecção.
Antecedentes:
Abandonou o Sporting...
Abandonou Simão à sua sorte em Barcelona...
Abandonou o povo de Barcelona...
Abandonou o empresário...
Abandonou o campo e os colegas durante o Euro2004...
Mas é uma GRANDE figura com uma GRANDE personalidade.
Vamos todos dizer bem dele.
O carrossel das Antas. A bola de pé para pé. O passe curto. O jogo rendilhado. A escola holandesa e o dream team de Cruijf.
Coisas do passado.
A componente do treino dos futebolistas de alta competição que beneficiou mais com os recentes desenvolvimentos científicos foi claramente a física. De facto, é hoje perfeitamente possível pegar num bom jogador mas débil atleta e com algum trabalho específico produzir um «monstro» de força, velocidade e resistência. Igualmente se conseguem discernir de modo muito claro os níveis de esforço que o jogador despende num dado encontro ou treino, os patamares a que potencialmente pode chegar e a diferença entre aqueles dois, pressionando sempre mais o seu desempenho. Esta acrescida capacidade física dos jogadores tem efeitos, antes de tudo, na redução dos espaços disponíveis. O «pressing» torna-se muito mais efectivo. O que significa menos linhas de passe. Ou melhor, linhas de passe que mudam constantemente à medida que os jogadores de uma equipa correm como loucos para as fechar e os jogadores de outra se desmarcam como loucos para as abrir. A redução do espaço é concomitante com a redução do tempo. Todas as acções de jogo devem ser aceleradas. A recepção deve ser precisa, idealmente, coincidir com o passe (jogadas ao primeiro toque) ou colocar de imediato o jogador em situação de corrida, drible ou remate. A opção de remate muitas vezes não se coloca entre rematar de primeira vs. dominar a bola e rematar, mas sim em rematar de primeira vs. não rematar de todo, perante a parede de defesas que imediatamente se forma. Assim, não surpreende que a velocidade de desenvolvimento do jogo seja uma das características essenciais dos campeonatos mais competitivos e modernos, destacando-se pelo seu papel pioneiro o futebol inglês, agora tão diferente do que conhecíamos. O que distingue, neste futebol físico, as melhores equipas? A máxima de Cruijf - o segredo para ter a melhor equipa é ter os melhores jogadores - mantém, naturalmente, muito do seu sentido, ainda que "os melhores jogadores" sejam identificados por características algo diferentes do que acontecia. A sua dinâmica e disponibilidade ganham maior importância. Mas o seu desempenho individual perde claramente significado perante a importância da harmonia de movimentações que toda a equipa deve apresentar. É a era em que por vezes se diz, falando das equipas mais agressivas, que os jogadores parecem todos iguais. Vide Grécia. Vide Boavista.
No entanto, de forma algo paradoxal, não é nas acções defensivas que encontramos a fórmula para o sucesso neste novo futebol. O Man United defende pior que metade das equipas inglesas. No entanto, quando na posse da bola, o que faz? Ou o que faz o Arsenal? Ou o Liverpool? Em vez de se deixarem conduzir aleatoriamente pelo desenrolar do jogo, levando a bola para um determinado local apenas porque ali existe espaço livre ou uma linha de passe aberta, procuram forçar a bola para as zonas do campo e as situações de jogo em que podem criar rupturas na defesa contrária. Se Ronaldo está em dia sim, toda a equipa, assim que recupera a posse da bola, movimenta-se no sentido de lhe fazer chegar a bola, e depressa. Se o dia é de Ryan Giggs, a equipa ajusta-se para «castigar» o outro flanco, e se Nistelroy acorda com vontade de pegar na bola e lançar-se sobre os adversários, encontra-a vezes sem conta no seu caminho. O mesmo acontece quando o Arsenal repete sistematicamente jogadas para Henry. Recorde-se ainda a dolorosa forma de buscar livres e cantos perto da área contrária que definiu a vitória grega.
O factor surpresa, e esse outro mito, a famosa «criatividade», não são de todo relevantes. Todos sabemos quais as situações que estas equipas vão tentar criar. Trata-se simplesmente de nos submeter-mos ao seu jogo, suportando-o, ou de as confrontar com rupturas ainda mais terríveis e rápidas, por nossa parte. To be or not to be. O que será mais nobre para o espírito humano?...
O Chelsea escolheu a segunda opção, neste recente jogo. Foi feliz porque foi radical – submeteu-se completamente. Igualmente a primeira opção exige esse radicalismo – vamos fazer sempre o em todas as oportunidades aquilo em que somos claramente melhores, e nunca umas vezes aquilo em que somos razoavelmente bons e outras aquilo em que somos ligeiramente superiores. A alternância não é um valor. Desportos mais maduros técnica e tacticamente, com destaque para o basquetebol, à muito que o demonstram – numa situação de finalização exterior quem lança é sempre o jogador com maior percentagem de acertos, nas jogadas debaixo do cesto quem procura o ressalto são sempre os mesmos jogadores, e os lançamentos de dois pontos são sempre canalizados para o poste ou um extremo.
É claro que neste caso a circulação de bola é limitada pelo tempo concedido para lançar ao cesto, forma brilhante de tornar evidente que a posse de bola não é um fim em si mesmo. O basquete torna igualmente evidente outra realidade, que a complexidade, número de jogadores e extensão do campo de futebol disfarçam – quanto mais tempo temos a bola em nosso poder, sem que nada de objectivo e radical ocorra, mais probabilidade temos de sofrer um fatal contra-ataque.
Propõem-se, então, um novo indicador de eficácia ofensiva das equipas de futebol – um rácio em que o numerador seria a quantidade de remates da equipa e o denominador o seu tempo de posse de bola. Tornaria evidente que uma equipa com 5 remates e 20 minutos de posse de bola (precisa de ter a bola durante 4 minutos para fazer 1 remate) é melhor que uma outra com 5 remates e 40 minutos de posse de bola (precisa de ter a bola durante 8 minutos para fazer 1 remate).
Que lhes parece?
Del Neri concordaria comigo. Curiosamente, os excelentes e certeiros comentários de Fernandez ao jogo do FCP com o Boavista, no ponto em que identificou os aspectos a melhorar, apontam no mesmo sentido.
Del Neri, sedotto e abbandonato«Devo aver dato fastidio ai "senatori", così me l’hanno fatta pagare» E Pinto da Costa, alle 2 di notte, gli ha detto: «Lei non fa più per noi»Hanno tirato fuori la storia dei due giorni di permesso... L’aereo era in ritardo, non posso sentirmi in colpa Ma questo non c’entra, quando sarà il momento racconterò io tutta la verità. Adesso, che parlino pure...
Il tecnico amareggiato: «Troppe assenze? No, qualcuno ha giocato "sporco"»
« Hai letto la motivazione? ». Gigi Del Neri fa le domande. « Ciò, ma etò visto? ». Già, « troppe assenze, troppi permessi ingiustificati » recita il primo comunicato, ridicolo e patetico, firmato dal Porto. « Ma pensa te se può reggere una cosa come questa. Io, proprio io che m’incazzavo di brutto se Marazzina tardava due minuti... Io, troppi permessi? Ma che colpa ne ho se l’aereo che doveva arrivare venerdì, era in ritardo? Mi son fatto sette ore in giro per aeroporti e loro mi dicono che me la prendo comoda? Via, siamo seri... ». Si capisce senza essere a Oporto che la questione è un’altra. « M’hanno fatto fuori » riprende Del Neri. Perché? Uno va a vedere i numeri e non capisce: 2 mesi di lavoro, 6 amichevoli, 4 vittorie, un pareggio, una sconfitta. Tra l’altro, battuto pure il Liverpool, che non è una squadretta. « Ma la critica non è mai stata a mio favore » spiega Del Neri. Altra battuta: « La prensa, sì, la stampa, come si dice là, ha sempre storto il naso... ». Dice la prensa e sorride. Anche la lingua non l’ha aiutato. « No, neppure quella, sia chiaro. Ti trovi là, devi farti capire, far capire il tuo calcio, le cose in cui credi, i tuoi pensieri e c’è sempre qualcuno che te li devi tradurre. Non è facile, anzi, è ancora più difficile... ». La prensa , come dice lui con un misto d’ironia e amarezza, non gliel’ha perdonata. « Ma chi è questo che vuole venire a cambiare il Porto che vince? Ma chi si crede di essere? ». Il resto l’han fatto, ovvio, i giocatori. Lui non fa nomi, ma il capitano, Jorge Costa, ha guidato la ribellione. « Non so chi sia stato, so che è successo » fa capire. Lui sapeva che i Moro e i D’Anna, i D’Angelo e i Lanna non si trovano dappertutto, ma non pensava certo a una storia così. Jorge Costa e gli altri, lo spogliatoio gli si è rivoltato contro. « Non ho stravolto il loro modo di essere, né di giocare. È chiaro, cercavo di portare un calcio più aggressivo, un po’ diverso dal loro. Il Portogallo gioca alla sua maniera, si trattava di avere pazienza, di impegnarsi. Di crederci ». Non gli hanno dato il tempo. La prensa ha cominciato a criticare, i giocatori pure, i due giorni di permesso gli sono stati fatali. Jorge Costa ha parlato al presidente: « Non possiamo più andare avanti così » ha detto il capitano. Paura, anche quella, certo. Perchè Jorge Costa deve aver capito che anche per lui tirava brutta aria. Perché questo Del Neri « è uno che non guarda in faccia nessuno », gli devono aver detto. Lui, il capitano dei campioni d’Europa, costretto a correre e soffrire come un ragazzino. Ma che calcio è mai questo? « Già, che calcio è mai questo? » si chiede Del Neri. « No, non sono stato presuntuoso, non ho preteso molto, ho soltanto cercato di far capire il mio modo di essere e di pensare ». Gli hanno detto «... in quella maniera non avremmo mai vinto niente ». Gli hanno detto persino «... lei pensa troppo alla difesa ». Già, a lui, quello che s’era presentato parlando di 4-2-4, né più né meno quello che aveva detto al Chievo, in un’estate più anonima, quattro anni fa. E chissà quante altre ne stanno dicendo. Pinto da Costa, ad esempio. Il gran cerimoniere, il presidente, sempre lui, non gli deve aver mai perdonato l’ostracismo a Carlos Alberto e Diego, le stelle brasiliane. « Ma come, deve aver pensato, come si permette di fare di testa sua? Il presidente sono io... ». Chissà quante volte a Del Neri sarà tornato in mente uno come Campedelli, in questi due mesi... Pinto da Costa dev’essere uno che ti sorride davanti e poi ti colpisce alle spalle. « Adesso parla lui, quando sarà il momento parlerò anch’io... Racconterò anch’io tutta la verità... ». Poi un pensiero da amico. « Intanto grazie della telefonata... Perché ’ste cose rompono le palle, questo sia chiaro, eh... ». Ne ha passate di peggio, passerà anche questa. Gli servirà di sicuro, come gli era servita quella volta ad Empoli. Per adesso, una cosa ha capito di certo. Come dice lui, con l’ultima battuta ché sennò non sarebbe Del Neri, un misto di dialetto, spagnolo, portoghese, « todo el mundo es pais ». Tutto il mondo è paese, appunto. Non è né dialetto, né spagnolo, né portoghese, ma todo el mundo ha capito... di Raffaele Tomelleri Lui è fatto così. Ha trovato il tempo pure per una battuta. Confondendo magari dialetto veneto, portoghese e latino. «Come se dise, quoque tu Pinto da Costa...». Come si dice, pugnalato alle spalle. «Sì, è così...». Gigi Del Neri ha poca voglia di parlare, ma le parole gli scappano via, «... perché non puoi accettare una cosa come questa». Una delusione infinita. L’hanno sedotto e abbandonato, usato e gettato, senza neanche dargli il tempo di capire. «No, ho capito anche troppo...» sospira. Ha dormito poco e pensato tanto. La notte era cominciata male e finita peggio. Venerdì notte l’arrivo a Oporto, «... saranno state le 2 italiane» dice. Lo sequestrano, lo portano in sede, «c’è una riunione tecnica», gli dicono. Come quando vanno ad arrestare un ricercato e non gli lasciano neanche il tempo di prendere il pigiama. Lui va, si trova davanti al plotone d’esecuzione. E Nuno Pinto da Costa, proprio quello che due mesi fa diceva «... è l’uomo giusto per noi» tra sorrisi finti e complimenti falsi, ha ordinato di premere il grilletto. «Non è più l’allenatore del Porto». Hai capito come gira? Alla faccia...
Por ter família a viver em Santos, adeptos fervorosos do «peixe», o renascer do clube de Pelé nos últimos anos despertou-me particular interesse. Acompanhei vários jogos transmitidos pela TV em Portugal. A equipa entusiasmava pelo número de jovens promissores, ambição desmedida, ética de trabalho, e dinâmica e velocidade muito superiores ao que habitualmente se vê no Brasil. Mas acima de tudo, destacava-se a incrível maturidade desse jovem Diego. Onde Robinho era criativo e desconcertante, Diego era preciso e lúcido; Onde Robinho prometia, Diego confirmava. Sempre me pareceu um jogador pronto para a Europa, com uma mentalidade competitiva fortíssima. Disse-o a várias pessoas: quando Deco sair, e não podendo obviamente trazer Nedved, Diego é o jogador a contratar. Confesso que não o julgava possível: pensei que seria bem mais caro do que aquilo que o FCP acabou por pagar por ele.
DESAFIO:
Se Diego não for uma das estrelas do Campeonato e da Champions deste ano, no próximo dia 8 de Agosto de 2005, daqui por 365 dias, apago este jovem blog. Alguém deseja colocar o seu blog do outro lado da aposta?
Tudo isto é triste e lamentável:
A forma indigna como se trata um homem;
O medo atávico de inovar e arriscar;
A confusão entre as áreas técnica e administrativa (ou melhor, financeira);
A inversão de hierarquias - jogadores que dizem onde querem jogar e qual a melhor táctica;
As fugas de informação;
A incoerência generalizada;
A autoridade diluída;
Nada disto é o FCP.